Que Páscoa divertida!

 

     Margarida Coelho trabalhava em uma fantástica fábrica de chocolates,

     Era chefe da produção e deixou tudo para a última hora.

     As máquinas funcionavam a luz e naquela noite faltou energia.

     As encomendas têm que ser entregues bem cedinho. E agora?

     Depois de todos os funcionários pensarem muito no que fazer, com a ajuda de todo mundo eles poderiam terminar os chocolates fazendo sem máquinas. Chocolates caseiros, mas todo mundo teria que colaborar. Eles começaram a pegar os ingredientes, e cada um fez uma coisa para ajudar. Eles não demoraram muito. Primeiro, eles se dividiram em grupos, depois eles começaram a fazer lambança e misturaram tudo se divertindo muito.

     Quem não gosta de fazer lambança?

     Eles conseguiram terminar todos os ovos em 2 horas.

     Foram se ajudando e fizeram o resto dos ovos com muito carinho.

     Depois eles começaram a entregar para os coelhinhos de verdade para eles entregarem para todas as crianças.

     Aquela páscoa foi muito divertida!

O baú

     Um dia eu passeava com minha bisa e quando vi já eram 12h, hora do almoço. Cheguei em casa morrendo de fome, liguei a TV, enquanto minha bisa fazia comida e meu biso tirava uma soneca.

     Depois do almoço, eu me levantei da mesa fui bisbilhotar a casa, e em uma salinha eu achei um baú, um baú enorme. Eu fiquei pensando “Será que eu entro aí?”, “Não, deixa pra lá”, “Tá, só uma espiadinha”. E lá fui eu… Meu Deus! Que coisa maravilhosa, o país das maravilhas, lá encontrei: um jardim, encontrei também mais para trás um navio negro, eu não sei como, até porque não havia água.

     Mas, do mesmo jeito, lá dentro eu achei ouro e um espelho maravilhoso.

     Descendo algumas escadas eu achei um quarto de princesa.

     – Sarah!! – gritou minha bisa da cozinha.

     – Estou indo! – quando cheguei em casa de novo, meu biso estava lendo.

     – Onde estava menina?

     – No banheiro, bisa.

     – Mas que demora! Quer um chá? – Perguntou minha bisa.

     – Não, obrigada! – Respondi. Depois fui direto para o colo do meu biso.

     – Biso, tenho várias coisas para te contar.

     – Calma, guria, o que aconteceu? – meu biso perguntou.

     – O que vai contar em menina? Você estava no banheiro! – Perguntou minha bisa.

     – Longa história, bisa…

O meu jardim

O meu jardim é cheio de pessoas, carros, prédios altos, lojas, shoppings, bichos por todos os lugares, correndo risco de serem atropelados, e muita poluição.

     Olho pela janela e vejo que tudo não é perfeito como a gente pensa. O nosso planeta não deixa de ser lindo mas podemos cuidar mais e vai ficar muito melhor e mais bonito!

     O nosso cuidado tem que ser assim: separar o lixo, não cortar as árvores, não jogar lixo no chão, não colocar água fora, não maltratar os animais, usar a folha dos dois lados e usar menos papel.

     Todos devem colaborar!

Férias na Antártica

Este texto é uma história baseada no livro “Férias na Antártica”, de Almir Klink.

O livro “Férias na Antártica” fala sobre a Antártica, é claro!

     O navegador Almir Klink construiu um navio chamado Paratii 2. Na viagem até a Antártica, ele convidou sua esposa e suas filhas: Laura, Tâmara e Marininha Klink. Elas adoraram a ideia, e logo partiram. Mas, é claro, Almir Klink também me convidou, né?! Acharam que eu ia ficar de fora? Nada disso!

     Levamos muitas roupas apropriadas para tanto frio!

     Chegando lá, nos divertimos muito vendo pinguins, focas e outras exclusividades da Antártica. Fizemos alguns amigos, os convidamos para entrar no Paratii 2 e ensinamos eles a fazer negrinho. Nos divertimos demais!

     No dia do aniversário de uma das meninas, sua mãe fez um mini barquinho a vela e cada uma teve sua chance de navegar. É claro que eu também pude ir e adorei!

     Num certo momento, uma das meninas estava andando distraída. Quando virou para o lado, havia uma foca. As duas levaram um belo susto e o animal pulou de volta para dentro d’água gelada.

     No dia do aniversário de um dos tripulantes, Laura, Tâmara e Marininha estavam fazendo um bolo para comemorar, quando de repente se ouve um barulhão. O barco havia batido em um Iceberg. O pai das meninas achava que tinha alguém na direção do barco, então não se preocupou. Mas infelizmente, não havia ninguém. Por pouco o barco não afundou, pois era de alumínio.

     Nós chegamos a uma ilha vulcânica onde o solo era quente. Tínhamos que andar nas pontas dos pés para não queimá-los. Por isso,
a água era bem quente, nós podíamos entrar e não sentíamos frio.

     Essa viagem foi o máximo! Qualquer dia, volto lá!

 

A Bailarina

Tem uma bailarina

Ela é exagerada,

Muito exagerada

Exagerada na perfeição

Exagerada na canção

 

Ela dança que é uma perfeição

Ela critica a todos

Por isso é dona do mundo todo.